Em 2007 coloquei um piercing no nariz ai 1 mês depois arrumei um trabalho onde não podia ter piercing (principalmente no nariz), então tive que tirar. Fiquei super chateada porque foi o piercing que eu mais gostei e nem deu tempo de curtir (por fim fiquei só 5 meses no emprego).
Bom ai o jeito foi colocar na orelha porque ai não teria problema já que o cabelo poderia cobri-lo. Mas a vontade de ter no nariz não passou mesmo assim, ai agora estou em casa e pensei "porque não colocar né?!" Ontem fui lá... furei!!! Doeu mais que da primeira vez, só que coloquei um modelo diferente e to achando super estranho, é uma "linda" estrela... linda e grande estrela... mais que ideia idiota a minha.
Mais vou explicar o porque... é que eu já tinha o piercing do outro furo (que é realmente lindo e pequeno), então tive a ideia brilhante de colocar um diferente, para depois de cicatrizado ter 2 modelos diferentes, genial!!
É isso meu povo to um pouco chateada.
Só um PS: A lua esta linda hoje.
Quarta-feira, 8 de Abril de 2009
Quarta-feira, 18 de Março de 2009
chá

Estava assistindo um programa e apareceu umas senhoras tomando chá. Fiquei com vontade também e fui preparar um para mim. Ao fazer me dei conta que não estava com vontade desse chá, mais sim DAQUELE chá feito por ELA... minha mãe!
Na verdade não é o CHÁ mais sim o momento, o carinho dela comigo preocupada porque eu não conseguia dormir, as vezes ia tarde da noite preparar só para eu tomar na cama e dormir melhor.
Tinha dias que tomavamos juntas, mais normalmente ela me levava na cama e fazia de um jeito que ninguem faz, o chá mais gostoso! Para ser sincera nunca nem gostei de chá quente, mais o dela é o melhor acho que é pelo carinho e amor que ela coloca extra nesse chá tão saboroso.
Bom já tomei meu chá aqui sozinha, não estava tão bom, mais foi gostoso ficar lembrando dela...
.Mãe acho que vou dormir bem hoje.
Domingo, 15 de Março de 2009
Resumo

Um pouco cansada de ser feita de idiota.
Gostaria de ter uma boa resposta.
Estou furiosa por dentro.
Me sinto um nada...
Sexta-feira, 13 de Março de 2009
desabafo
sinto frustração, uma angustia tão grande que nem saberia descrever...
escrevi uns dias atrás um texto assim "do céu ao inferno" esta em meus rascunhos, optei por não publicar, tenho certa dificuldade em expor minhas fraquezas, mais a questão é que quero AQUELE céu de volta, quero aquele sonho bom que por 2 semanas deixou de ser sonho para se tornar realidade, para depois acabar tão rápido e voltar a ser sonho...
me faço de forte, tento não pensar mais a verdade é que sinto muita vontade de chorar, só chorar... e para completar me sinto sozinha, não estou sozinha, tem pessoas queridas ao meu lado, mais tem uma coisa em especial que sinto falta e que infelizmente não posso ter agora.
então hoje é sexta 13
.
escrevi uns dias atrás um texto assim "do céu ao inferno" esta em meus rascunhos, optei por não publicar, tenho certa dificuldade em expor minhas fraquezas, mais a questão é que quero AQUELE céu de volta, quero aquele sonho bom que por 2 semanas deixou de ser sonho para se tornar realidade, para depois acabar tão rápido e voltar a ser sonho...
me faço de forte, tento não pensar mais a verdade é que sinto muita vontade de chorar, só chorar... e para completar me sinto sozinha, não estou sozinha, tem pessoas queridas ao meu lado, mais tem uma coisa em especial que sinto falta e que infelizmente não posso ter agora.
então hoje é sexta 13
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Sábado, 25 de Outubro de 2008
Egoismo
Cada dia mais vejo como as pessoas são egoistas... é para tudo...
Acho que tenho que parar de esperar ou contar com as pessoas, é horrível se decepcionar assim, mas estou realmente de saco cheio, com tudo!!!
Ai quando você pensa que não tem como piorar... AHHHH minha filha, tem!!! E como tem...
Para fechar o dia "perfeito" sempre vem um para piorar as coisas, é um recado idiota, um comentário infeliz, um falar na hora errada, e por ai vai...
Não sou de ferro nem tenho sangue de barata, então não me venha dizer que tenho que ser forte sempre... sou mulher, sou sensível e acho até que aguento demais. Me deixa as vezes chorar, desabafar, aguento por um tempo mas um dia vem a tona... entenda!
Mas no geral sou forte, choro um pouco ali um pouco aqui e assim vai... logo o novo dia vem e o sorriso também.
A vida não é justa né meu amigo, sei disso!
Obrigada por nada... aquele abraço!
Acho que tenho que parar de esperar ou contar com as pessoas, é horrível se decepcionar assim, mas estou realmente de saco cheio, com tudo!!!
Ai quando você pensa que não tem como piorar... AHHHH minha filha, tem!!! E como tem...
Para fechar o dia "perfeito" sempre vem um para piorar as coisas, é um recado idiota, um comentário infeliz, um falar na hora errada, e por ai vai...
Não sou de ferro nem tenho sangue de barata, então não me venha dizer que tenho que ser forte sempre... sou mulher, sou sensível e acho até que aguento demais. Me deixa as vezes chorar, desabafar, aguento por um tempo mas um dia vem a tona... entenda!
Mas no geral sou forte, choro um pouco ali um pouco aqui e assim vai... logo o novo dia vem e o sorriso também.
A vida não é justa né meu amigo, sei disso!
Obrigada por nada... aquele abraço!
Domingo, 21 de Setembro de 2008
200 por hora...

Ultimamente não ando só corro... estou sempre acelerada. Não tenho tempo para nada, meus dias passam voando, não vejo a noite chegar, as horas parecem não existir, e por incrível que pareça estou gostando!
Nem sei o que é final de semana porque ele passa antes de eu me dar conta que ele chegou, não da tempo de fazer tudo que quero, mas isso não é um problema também!
Sinto-me muito bem... e nada mais importa!
Quarta-feira, 9 de Julho de 2008
Um dia de sol
To com uma vontade de ir no parque sabe? ta um sol lindo e um ventinho frio... não que eu goste de vento frio, mais sei lá... fico me imaginando sentada na grama... a toa... seria bom... seria melhor ainda se você estivesse aqui... mas como não esta... então, só penso mesmo!!!
Estou sozinha aqui dentro... e esta um sol lindo lá fora.
.
Estou sozinha aqui dentro... e esta um sol lindo lá fora.
.
Quarta-feira, 2 de Julho de 2008
Saudade...
Dicionário:
1. Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia.
2. Pesar pela ausência de alguém que nos é querido.
É isso que sinto neste momento... muita saudade!
Desejo intenso de que esses dias passem rapidamente.
Te espero... sempre!
:)
1. Lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las; nostalgia.
2. Pesar pela ausência de alguém que nos é querido.
É isso que sinto neste momento... muita saudade!
Desejo intenso de que esses dias passem rapidamente.
Te espero... sempre!
:)
Terça-feira, 10 de Junho de 2008
Era uma vez...
Uma mãe!
Ela estava triste e ligou para sua filha, essa filha estava dormindo e ao atender o telefone foi muito chata e grossa porque a mãe estava repetindo tudo que tinha dito um dia antes, ao invés de falar que estava triste.
O dia foi passando e a mãe ligou novamente para filha, que não estava mais de mal humor. Elas conversaram e a mãe contou porque ligou de manhã e contou sua tristeza, a filha ficou com muito remorso por não ter percebido nada e por ter sido uma grossa idiota e foi se matar!
Fim da história!
...
Ela estava triste e ligou para sua filha, essa filha estava dormindo e ao atender o telefone foi muito chata e grossa porque a mãe estava repetindo tudo que tinha dito um dia antes, ao invés de falar que estava triste.
O dia foi passando e a mãe ligou novamente para filha, que não estava mais de mal humor. Elas conversaram e a mãe contou porque ligou de manhã e contou sua tristeza, a filha ficou com muito remorso por não ter percebido nada e por ter sido uma grossa idiota e foi se matar!
Fim da história!
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Sábado, 7 de Junho de 2008
Apenas uma história...
Era um domingo ensolarado, minha mãe disse que iria ao mercado com meu pai, então ficaríamos (eu e meu irmão) na casa da minha avó, nada contra ela, mas eu realmente queria ir ao mercado com eles.
Minha vó morava perto, era só atravessar a avenida, mas e dai? Eu queria mesmo era sair com eles, mas como criança tem que obedecer e nada mais fomos para casa da vó.
Passaram minutos e chegaram meus tios e minha prima para buscar minha avó para um passeio, eles queriam levá-la para casa de uma amiga que ela não via há muitos anos, só que essa amiga morava no interior, logo isso seria uma viagem. Então minha vó ficou no dilema de ir ou não ir já que estava cuidando dos netos, e naquela época não tinha celular, mas como perder uma oportunidade dessas não é?!?! Por fim decidiu que iria e que levaria os netos junto, então pediu para a moça que morava com ela, que avisa-se meus pais da nossa breve viagem.
Lá fomos nós... me diverti muito nesse dia, corri, brinquei, comi... o dia estava lindo. Logo escureceu e decidiram ir embora, despedidas, promessas de voltar e pé na estrada.
Ao entrar no carro já fui logo dormindo, deitei no colo da minha vó e coloquei as pernas na minha prima, meu irmão, que tinha três anos, foi na frente no colo da minha tia.
Em certo ponto da viagem eu acordei em um posto de gasolina, somente levantei a cabeça e falei: “tia compra um salgadinho?” ela rapidamente disse: “não” e eu voltei a dormir...
FIM da viagem!!
Fui acordando aos poucos e ouvia minha mãe chorando, quando abri os olhos eu não estava no carro e nem na minha casa... pensei: “onde estou?” olhei para cima e vi meus pais chorando muito... olhei para os lados e vi em uma sala, vários pés... nossa que estranho... ai olhei para minha mãe e chorando disse: “não quero tomar injeção”.
Não estava entendendo nada, só sei que nesse momento me levaram para uma sala e eu chorando feito louca achando que ia tomar injeção, “tudo menos injeção”, mas eles só ficaram tirando raio-X do meu corpo todo. Quando voltei perguntei por todos, e ai descobri que aqueles pés eram da minha vó, irmão, prima... estavam todos bem, principalmente meus tios que nada sofreram.
Enfim o que aconteceu? Dizem que depois que saímos daquele posto, meu tio foi fazer uma ultrapassagem, e no sentido contrário veio um caminhão, então para não bater de frente com o caminhão ele jogo o carro fora da pista, e com isso capotamos três vezes... cada um foi parar em um canto, mas eu fui à única que “decidi” ficar dentro do carro... todos foram gritando pela mata e logo se acharam meu irmão só chorava e minha vó gritava: “cadê a chupeta dele?” ta bom todos juntos, menos... ops cadê a Tati? E nada de achar, até que apalpando perto do carro sentiram meu cabelo entre o carro e o mato. Não puderam fazer nada até chegar o resgate... eu estava sendo salva pela porta do carro que não fechou e estava sustentando o carro, senão o carro me esmagaria. Cheguei no hospital com o rosto todo picado e vermelho, porque para ajudar fiquei de cara para o mato, ai deu uma alergia danada. Fiquei internada um pouco mais de uma semana, meu irmão quebrou o pé, minha prima teve luxação na perna, minha avó ficou semanas internada e fez muitas cirurgias na perna (tem cicatrizes até hoje).
No dia de ir embora uma enfermeira teve a infeliz idéia de me levar para dar uma volta no hospital, eu não queria ir, mas novamente insistiram muito, lá fomos nós... essa mulher começou a andar, e andar e não parecia ter fim aquele hospital (afinal eu era uma criança de nove anos onde tudo parece ser grande demais), chegou uma hora em que fiquei parada no corredor e quando ela deu conta eu estava parada e chorando muito, ela veio e perguntou o que tinha acontecido, e eu disse: “minha mãe vai me deixar aqui...” ela sorriu e me levou na hora de volta para minha mãe. Consigo lembrar da minha angústia de pensar que minha mãe pudesse me esquecer lá... que sentimento horrível.
No carro eu fui toda “forrada” de travesseiros, e a cada brecada eu arregalava os olhos... estava apavorada. Afinal tomei muitas injeções e não queria passar por aquilo de novo.
Acho que fiquei mais de um mês sem ir para escola, e lá uns achavam que eu tinha morrido, outros que eu tinha perdido braço, outros a perna, e assim vai... é mas não morri nem perdi nada, e todos se assustaram ao me ver na “perua” do tio Julio indo para aula. Fui com uma tala enorme no pescoço e acabei sendo o centro das atenções, é até que foi legal.
Bom mas porque estou contando tudo isso... é que ontem fiquei lembrando que naquela época eu achava que “nunca mais” nada de ruim aconteceria comigo, já que sofri um acidente de carro tão sério, então “nunca mais” sofreria nenhum acidente, que agora eu estava imune de qualquer coisa. Comecei a rir ao lembrar disso...
O mais engraçado de tudo é a contradição... porque depois disso e até hoje eu “nunca mais” dormi no banco de trás, deitar então... nem pensar! Acreditava (talvez acredite ainda) que fiquei embaixo do carro porque estava deitada no banco de trás. Então para que arriscar, na dúvida ficar sentada é a melhor opção, porque “hoje” sei que qualquer coisa ainda pode me acontecer.
...
Minha vó morava perto, era só atravessar a avenida, mas e dai? Eu queria mesmo era sair com eles, mas como criança tem que obedecer e nada mais fomos para casa da vó.
Passaram minutos e chegaram meus tios e minha prima para buscar minha avó para um passeio, eles queriam levá-la para casa de uma amiga que ela não via há muitos anos, só que essa amiga morava no interior, logo isso seria uma viagem. Então minha vó ficou no dilema de ir ou não ir já que estava cuidando dos netos, e naquela época não tinha celular, mas como perder uma oportunidade dessas não é?!?! Por fim decidiu que iria e que levaria os netos junto, então pediu para a moça que morava com ela, que avisa-se meus pais da nossa breve viagem.
Lá fomos nós... me diverti muito nesse dia, corri, brinquei, comi... o dia estava lindo. Logo escureceu e decidiram ir embora, despedidas, promessas de voltar e pé na estrada.
Ao entrar no carro já fui logo dormindo, deitei no colo da minha vó e coloquei as pernas na minha prima, meu irmão, que tinha três anos, foi na frente no colo da minha tia.
Em certo ponto da viagem eu acordei em um posto de gasolina, somente levantei a cabeça e falei: “tia compra um salgadinho?” ela rapidamente disse: “não” e eu voltei a dormir...
FIM da viagem!!
Fui acordando aos poucos e ouvia minha mãe chorando, quando abri os olhos eu não estava no carro e nem na minha casa... pensei: “onde estou?” olhei para cima e vi meus pais chorando muito... olhei para os lados e vi em uma sala, vários pés... nossa que estranho... ai olhei para minha mãe e chorando disse: “não quero tomar injeção”.
Não estava entendendo nada, só sei que nesse momento me levaram para uma sala e eu chorando feito louca achando que ia tomar injeção, “tudo menos injeção”, mas eles só ficaram tirando raio-X do meu corpo todo. Quando voltei perguntei por todos, e ai descobri que aqueles pés eram da minha vó, irmão, prima... estavam todos bem, principalmente meus tios que nada sofreram.
Enfim o que aconteceu? Dizem que depois que saímos daquele posto, meu tio foi fazer uma ultrapassagem, e no sentido contrário veio um caminhão, então para não bater de frente com o caminhão ele jogo o carro fora da pista, e com isso capotamos três vezes... cada um foi parar em um canto, mas eu fui à única que “decidi” ficar dentro do carro... todos foram gritando pela mata e logo se acharam meu irmão só chorava e minha vó gritava: “cadê a chupeta dele?” ta bom todos juntos, menos... ops cadê a Tati? E nada de achar, até que apalpando perto do carro sentiram meu cabelo entre o carro e o mato. Não puderam fazer nada até chegar o resgate... eu estava sendo salva pela porta do carro que não fechou e estava sustentando o carro, senão o carro me esmagaria. Cheguei no hospital com o rosto todo picado e vermelho, porque para ajudar fiquei de cara para o mato, ai deu uma alergia danada. Fiquei internada um pouco mais de uma semana, meu irmão quebrou o pé, minha prima teve luxação na perna, minha avó ficou semanas internada e fez muitas cirurgias na perna (tem cicatrizes até hoje).
No dia de ir embora uma enfermeira teve a infeliz idéia de me levar para dar uma volta no hospital, eu não queria ir, mas novamente insistiram muito, lá fomos nós... essa mulher começou a andar, e andar e não parecia ter fim aquele hospital (afinal eu era uma criança de nove anos onde tudo parece ser grande demais), chegou uma hora em que fiquei parada no corredor e quando ela deu conta eu estava parada e chorando muito, ela veio e perguntou o que tinha acontecido, e eu disse: “minha mãe vai me deixar aqui...” ela sorriu e me levou na hora de volta para minha mãe. Consigo lembrar da minha angústia de pensar que minha mãe pudesse me esquecer lá... que sentimento horrível.
No carro eu fui toda “forrada” de travesseiros, e a cada brecada eu arregalava os olhos... estava apavorada. Afinal tomei muitas injeções e não queria passar por aquilo de novo.
Acho que fiquei mais de um mês sem ir para escola, e lá uns achavam que eu tinha morrido, outros que eu tinha perdido braço, outros a perna, e assim vai... é mas não morri nem perdi nada, e todos se assustaram ao me ver na “perua” do tio Julio indo para aula. Fui com uma tala enorme no pescoço e acabei sendo o centro das atenções, é até que foi legal.
Bom mas porque estou contando tudo isso... é que ontem fiquei lembrando que naquela época eu achava que “nunca mais” nada de ruim aconteceria comigo, já que sofri um acidente de carro tão sério, então “nunca mais” sofreria nenhum acidente, que agora eu estava imune de qualquer coisa. Comecei a rir ao lembrar disso...
O mais engraçado de tudo é a contradição... porque depois disso e até hoje eu “nunca mais” dormi no banco de trás, deitar então... nem pensar! Acreditava (talvez acredite ainda) que fiquei embaixo do carro porque estava deitada no banco de trás. Então para que arriscar, na dúvida ficar sentada é a melhor opção, porque “hoje” sei que qualquer coisa ainda pode me acontecer.
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